13/02/2021 às 16h44min - Atualizada em 13/02/2021 às 16h44min

Usina de oxigênio que chegou em Autazes tem capacidade de produção de 12M³

REDAÇÃO - BDC NOTICIAS.
Jornalista NIVEA/CUNHÃ
Fotos: Silas Laurentino
O prefeito de Autazes, Andreson Cavalcante (PSC), acompanhou na noite de sexta-feira (12), a chegada de três usinas de oxigênio hospitalar, Modelo DOCS 200, com capacidade de produção de 12M³ de oxigênio por hora. As usinas são destinadas aos municípios de Autazes (a 108 km), Careiro Castanho (a 86 km) e Nova Olinda do Norte (a 137 km). “Hoje começamos a ter um pouco mais de tranquilidade. Mas no ápice da crise, tivemos que recorrer a outros estados na busca por oxigênio. A chegada dessa usina vai atender toda a demanda do município e, assim, vamos conseguir salvar o maior número de pessoas possível”, pontuou. 

Adquirida com recursos próprios dos municípios, as usinas vindas de Curitiba (PR), vão atender, principalmente, pacientes infectados pelo coronavírus. No total, os três municípios investiram mais de R$ 2 milhões para adquirir as três usinas, que contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) no transporte até Manaus, a partir de uma articulação do senador Omar Aziz ( PSD). 

Covid no município.

O último boletim da Secretaria Municipal de Saúde, registrou 2.500 casos confirmados do novo coronavírus em Autazes e 66 óbitos. De acordo com o prefeito é um número preocupante para um município que tem 40 mil habitantes. No entanto, esses números começaram a baixar e, hoje, apenas 22 pessoas estão internadas com covid-19. Quanto à demanda de oxigênio, Andreson destacou que a usina tem capacidade de produzir 29 cilindros por dia e a demanda hoje no município é de 26 cilindros/dia. 

“Estamos muito contentes com a chegada da usina porque vai nos garantir autonomia de oxigênio para atender a demanda atual. A usina tem capacidade de produzir 12 metros cúbicos por hora”, disse. O prefeito Andreson representou ainda os prefeitos de Careiro, Natan Macena (Republicanos) e Nova Olinda do Norte, Adenilson Reis (MDB), na chegada das usinas no Aeroporto de Ponta Pelada, na Base Aérea de Manaus. 
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