16/04/2021 às 08h21min - Atualizada em 19/04/2021 às 00h00min

Capacidade de adaptação de pequenas e médias empresas é força motriz para negócios

Enquanto multinacionais fecham as portas, pequenos negócios despontam durante a crise, investem e geram empregos

SALA DA NOTÍCIA AIs Comunicação e Estratégia Ltda
Celero Consultoria Ltda
A desestabilização econômica em decorrência da pandemia atingiu todos os setores, das pequenas empresas às multinacionais. E se por um lado alguns gigantes anunciam retenção de gastos e até fechamento de unidades, por outro os negócios locais encontram oportunidades em meio à crise.

As notícias de que a Ford deixaria de produzir no Brasil, de que Sony Brasil vai fechar a fábrica em Manaus e de que a Nokia vai demitir cerca de 10 mil trabalhadores até o final de 2023, espantaram muita gente.

Apesar do cenário preocupante, uma pesquisa feita pela Serasa Experian mostra que, apesar de quase a metade de micro, pequenas e médias empresas (PMEs) terem sofrido impactos negativos, 90% acreditam que o momento abriu novas oportunidades. E para validar o otimismo, as maiores investidoras do país mantiveram os planos para 2021. Petrobras e Vale, despontam nessas projeções com US$10 bilhões e US $5,8 bilhões.

Micro é macro
Enquanto as grandes indústrias apertam os cintos, os microempreendedores individuais (MEI) se multiplicam. Numa tendência de “a ocasião faz a produção”, hoje 56,7% dos negócios ativos no Brasil são deles. Só em 2020, foram 2.663.309 novos CNPJs, conforme mostra o Mapa de Empresa do Ministério da Economia. Num outro parâmetro, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 75% dos empregos formais criados em janeiro de 2021, o que soma mais de 195 mil vagas.

Na contramão, buscando sobreviver, ajudando na geração de emprego e renda, a força das PMES novamente aparece como força motriz econômica.  “Se por um lado muitas tiveram que baixar as portas, por outro, diferentes setores tiveram uma grande movimentação no comércio eletrônico. Isso justifica o otimismo de algumas empresas mesmo em meio a toda essa problemática”, avalia João Tosin, CEO da Celero, fintech de automação financeira.

“Isso é mais notado nos pequenos e médios negócios, nos quais assistimos uma onda de empreendedorismo digital que tem dado certo, mas além da nova ferramenta de vendas, é preciso tomar cuidado e não manter a gestão do negócio no amadorismo” aponta Tosin, sobre a necessidade de profissionalizar a gestão financeira para não cair nas armadilhas financeiras.

“Dados do SEBRAE mostram que 25% das empresas fecham por falta de planejamento, mas na realidade o índice é bem maior, cerca de 80% desconhecem a necessidade de planejar e administrar corretamente. É justamente para contribuir com essa parcela, que nós oferecemos aos nossos clientes: planejamento e educação financeira” diz Tosin, ressaltando as funcionalidades da plataforma da Celero que é considerada a melhor solução para as empresas no quesito gestão financeira.

A plataforma da Celero foi criada a partir das experiências que indicam os pontos de maiores dificuldades dos empresários e administradores: fluxo de caixa, provisionamento, agendamento de contas a pagar, entre outros processos que podem ser facilitados e menos burocráticos. Com o software de automação, a Celero simplifica e agiliza a gestão, fazendo com que o empresário ganhe muito mais tempo para focar nos negócios.

“O mais importante é que o nosso sistema não é conduzido somente por robôs. Nós temos uma equipe de especialistas responsável por zelar por cada processo. Estamos sempre atentos para indicar soluções como corte de gastos, alocação de recursos e até mesmo a reconstrução do plano estratégico. Só assim nós conseguimos garantir a eficiência da nossa ferramenta e assegurar a saúde financeira das empresas”, registra João Tosin.
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