27/04/2021 às 15h13min - Atualizada em 28/04/2021 às 00h00min

Venda de apartamentos de médio e alto padrão crescem 37% no 1º trimestre em São Paulo

Levantamento da startup AoCubo aponta que a expectativa é que o setor mantenha a boa fase no segundo trimestre.

SALA DA NOTÍCIA Nicolas Adão
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O AoCubo - imobiliária digital que transforma a experiência de compra e venda de imóveis novos por meio de tecnologia - registrou aumento de 80% nas vendas no primeiro trimestre do ano, em sua plataforma. A empresa destaca que a venda de apartamentos de médio e alto padrão cresceu 37% na cidade de São Paulo, no comparativo com o mesmo período no ano anterior.

De acordo com a primeira amostra do estudo realizado pela proptech, foram analisados dados de incorporadoras que atuam em diferentes segmentos: Econômico (Programa Casa Verde Amarela); Médio Padrão, e Alto Padrão.

Além dos empreendimentos de alto padrão, o levantamento constatou que as vendas de apartamentos econômicos (Programa Casa Verde Amarela) cresceram 27% no primeiro trimestre de 2021. “O mercado imobiliário vem vivendo uma boa fase e conseguiu driblar a pandemia mundial. Para o setor, a projeção para o resto do ano é positiva. A nossa expectativa para o segundo trimestre é de crescimento ainda maior, já que com o avanço do plano de vacinação o mercado deve reabrir e muitos lançamentos estão previstos para acontecer, o que vai atrair ainda mais o cliente final”, comenta Ronnie Sang Jr., CEO e cofundador do AoCubo.

Queda em relação ao último tri de 2020

Embora tenha apresentado crescimento na análise ano a ano, o primeiro trimestre de 2021 apresentou queda em relação ao último trimestre de 2020. Na venda de imóveis de alto padrão houve redução de 16% no volume de unidades vendidas. Já para os imóveis populares,  houve queda de 28% no volume de vendas.

Para Sang, o fator pandemia teve grande influência na queda. “Historicamente, é comum que aconteça uma leve queda no volume de vendas quando comparamos o último trimestre do ano anterior com o primeiro trimestre do ano atual”, comenta Ronnie. “No final de 2020, a pandemia passava uma aparência de estar sob controle, com os números de contaminação baixos e a UTIs livre. Já no começo deste ano, o contrário aconteceu. Os sistemas de saúde entraram em colapso e passaram maior insegurança para o mercado”, aponta o executivo.


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