Justiça Eleitoral explica por que os locais de votação mudaram no segundo turno

A Justiça Eleitoral explicou, no domingo (18), os motivos das mudanças nos locais de votação do segundo turno das eleições. Segundo o órgão, as trocas decorrem de reformas de última hora, melhorias de acessibilidade em prédios públicos, falta de energia elétrica e, em alguns casos, de fortes chuvas que danificaram os imóveis e exigiram a transferência preventiva das seções para locais vizinhos e mais seguros.
Um dos exemplos citados é o de Confresa, no interior de Mato Grosso, onde chuvas e ventos fortes nos dias 9 e 10 de outubro danificaram a cobertura de uma escola municipal usada como local de votação. Um laudo de engenharia emitido em 11 de outubro recomendou a interdição preventiva imediata do prédio, e as seções foram levadas para um endereço próximo.
O TSE destacou que as alterações não são centralizadas: cada zona eleitoral avalia a infraestrutura disponível em seu município. De acordo com o tribunal, mudar uma seção de prédio não significa redução do número de seções nem prejuízo ao eleitor.
A expectativa é de que a votação seja mais rápida do que no primeiro turno, já que o eleitor escolherá apenas o presidente e, em seis estados e no Distrito Federal, o governador. Isso deve resultar em filas menores e atendimento mais ágil.
O eleitor pode conferir o local de votação no aplicativo e-Título ou no menu Autoatendimento Eleitoral do Portal do TSE, onde as atualizações feitas pelos cartórios aparecem imediatamente. A lista das seções alteradas está na página de estatísticas eleitorais do portal, no item “Seções Eleitorais Alteradas no Segundo Turno”, com filtros por estado, município, zona e local de votação.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, também instituiu a Sala Nacional de Situação Climática para as Eleições 2026, que funciona em acompanhamento diário com Inmet, Cemaden, Inpe, ANA, Defesa Civil e Forças Armadas para monitorar tempestades, secas ou desastres que possam afetar locais de votação ou rotas de transporte.
Foto: Divulgação/TSE
Com informações do portal A Crítica.
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