Nome e identidade visual viram ativos estratégicos; Feijoada no Balde, de Manaus, é exemplo

Em um mercado cada vez mais competitivo, ter um bom produto deixou de ser suficiente. Nome, identidade visual, posicionamento e reputação ajudam a diferenciar negócios e a criar vínculo com o público, e se tornaram ativos importantes para quem empreende.
Segundo o Anuário Estatístico de Propriedade Industrial do INPI, o Brasil teve 467.624 pedidos de registro de marca em 2024, alta de cerca de 9% sobre os 428.913 de 2023. Um estudo do Edelman Trust Barometer apontou ainda que 92% dos brasileiros ouvidos consideram reputação e confiança importantes ou decisivas na hora de escolher uma marca.
Em Manaus, a “No Balde”, criada em 2014 pelas irmãs Louise e Indianara Lauschner, mostra como inovação e boa apresentação abrem espaço em um mercado tradicional: ela serve feijoada em baldes, de diferentes tamanhos. A embalagem nasceu de uma necessidade prática, já que os recipientes precisavam suportar a temperatura da comida e evitar vazamentos no transporte, e dialoga com uma expressão popular da cidade ligada à fartura.
A empresa surgiu antes da popularização dos aplicativos de entrega e cresceu com pedidos por telefone e redes sociais. Louise afirma que a No Balde foi pioneira no delivery de feijoada em Manaus, antes mesmo da chegada do iFood à cidade.
Foto: Divulgação/No Balde
Com informações do portal A Crítica.
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