Novas ondas de frio chegam ao Brasil em junho; veja datas e prepare-se

Os modelos meteorológicos indicam duas novas ondas de frio no mês de junho. O fenômeno La Niña, ainda atuante, tem contribuído para a maior frequência e intensidade das ondas de frio durante o outono e o inverno que se aproxima. A primeira delas está prevista para o dia 10 de junho, com intensidade moderada, aponta a Climatempo. Já a segunda onda de frio, deve chegar no 20 de junho.

Apesar das previsões para novas ondas de frio, a Climatempo afirma que não há previsão de frio intenso, como os da última semana, pelos próximos 15 dias em áreas produtoras, “mesmo com um declínio mais acentuado de temperatura previsto para o dia 7 de junho entre o sul do Paraná e o Rio Grande do Sul”. Só há previsões de frio intenso na próxima semana na Região da Campanha Gaúcha, completa o boletim.

A frente fria que avança devagar sobre a Região Sul vai continuar causando chuva constante. A precipitação deve alcançar o sul do Mato Grosso do Sul e o oeste e sul de São Paulo até pelo menos a metade da próxima semana. “Se por um lado, a chuva repõe a umidade do solo no norte do Paraná e em partes de São Paulo e de Mato Grosso do Sul, por outro, deve paralisar as atividades de campo por conta dos vários dias seguidos de precipitação”, alerta o boletim da Climatempo.

Já a partir de sexta-feira (03/06), a chuva vai se espalhar pelo Brasil  e chegar ao Centro-Oeste. Além do Sul e de partes de São Paulo e de Mato Grosso do Sul, há previsão de chuva fraca no sudoeste de Goiás e em parte de Mato Grosso. As chuvas fracas serão incapazes de reverter o quadro de falta de chuva.

“A maior preocupação das lavouras gira em torno da estiagem que começou antes do normal e já é responsável por diminuir a produtividade em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e oeste da Bahia”, diz o alerta. No Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) atualizou seu boletim. Agora, a safra é estimada em 16 milhões de toneladas de milho segunda safra. Em geral, as condições de lavoura apresentam-se boas para 84% da área, 14% têm condições medianas e 2% estão ruins.

Fonte: Globo Rural

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